Durante os últimos séculos, nada mudou, nem nada querem mudar. (Islão)

O Cristianismo, também durante séculos matou as pessoas que negavam Cristo ou Deus, mas passado 20 séculos aprendeu a lição e actualmente, demonstra saber lidar com essa questão do foro da psicologia. Afinal, Deus continua a existir, mesmo sem nossa vontade, isto é, mesmo que alguém negue a sua existência. O Cristianismo durante séculos e ainda actualmente (infelizmente), continua a vitimizar as mulheres ao lidar com a negação da vontade por parte dos homens, mas passado 20 séculos, muitas condições injustas para as mulheres mudaram para melhor, permitindo uma melhor condição de liberdade das mulheres.

A violência contra as mulheres ( único ser entre a humanidade que é capaz de alimentar e reproduzir um novo ser igual ou semelhante ao tantos outros seres humanos ), continua a ser vitimizada pela falta de auto-disciplina comportamental e emocional dos homens, que deveriam saber lidar com a negação das suas vontades sem se tornarem agressivos ou violentos.

Mas o Islão não. As pessoas que amam e adoram acima de qualquer outro valor social, civil e cultural o Allah(Deus), continuam a demonstrar-se incapazes de lidar com a negação ora de Deus ora da vontade de liberdade das mulheres, forçando-as a participar no que naturalmente elas poderiam negar participar, tal como casamentos com pessoas desconhecidas para interesses familiares, económicos ou até puramente subjectivos, isto é, religiosos.

Um dia destes juntei-me a um grupo no Facebook com o nome "Centro Islâmico do Porto". Tentei apresentar-me mas a publicação foi removida automaticamente. Então comentei algumas das publicações que já existiam no grupo. Nesses comentários afirmei: "nenhuma mulher merece morrer por negar o Allah, pois o Allah não deixa de existir só porque alguém negou a sua existência". Passado uns minutos fui banido da comunidade.

Se o povo Islâmico não sabe lidar com a negação de tudo o que acredita, o povo Islâmico continuará a produzir crimes contra as mulheres e tantos outros que teriam uma vida inteira para descobrir a existência de Deus, sem qualquer obrigatoriedade imposta que rejeita quem questiona a probabilidade. O povo moçulmano tem capacidades de fazer o bem. Tem uma cultura de entre-ajuda acima da maioria das culturas que existem no planeta terra, na verdade o Islão poderia ser uma religião mais justa, mas o nem todos os moçulmanos sabem lidar com a negação de tudo o que acreditam e nem todos os moçulmanos sabem por de lado as Leis do Livro sagrado, sem que as mesmas interfiram com as leis dos outros povos. Significa assim que são incapazes de demonstrar respeito pelas outras culturas.

Israel é igual. Israel também vitimiza quem nega Israel e por isso, nesse aspecto e entre ambos, não há nenhuma qualidade que os separe, que os diferencie. Ambos são terroristas contra pessoas inocentes, pois os soldados têm muito espaço planetário, para se gladiarem mutuamente, poupando a vida de todos os inocentes.

Os Chineses durante vários anos ( muito antes de ter nascido ) já tinham os seus negócios da cidade em que nasci e cresci, mas os chineses guardavam e guardam as suas práticas culturais e religiosas para o espaço familiar. Não precisam de Templos, nem sentem necessidade de impor a sua cultura às restantes culturas. Nesse sentido, devo dar da minha parte, um total "bem haja" a esta cultura tão "tímida" e ao mesmo tempo, tão respeitadora das outras culturas.

A Política de Direita continua a criar conflitos contra todos os estranhos, atacando-os com teorias comuns. Por exemplo em Portugal sabe-se que a criminalidade sempre foi grande, por parte do povo português, muito antes dos imigrantes terem chegado em força. Todos os dias se ouve ou se lê nas notícias, casais ou famílias, amigos ou colegas de trabalho, que se gladiaram até morte por razões fúteis, sendo que ninguém fala sobre estes eventos ( pelo menos a direita ignora ) e não usa o mesmo discurso, dizendo que a culpa do aumento da criminalidade está no povo português que não sabe lidar com a pobreza sem se tornar criminal, nem muito menos sabe lidar com outros problemas sociais e psíquicos que iriam resolver a maioria dos problemas que existem não só Portugal mas muitos outros países do mundo, e que sofrem há vários séculos.

Creio que aprendi uma lição que está associada à negação. Irei tornar-me anti-nada, isto é, aceitar tudo. Seja lá qual for a tua posição sobre o mundo, posso ouvi-la e irei aceita-la, não criando uma negação nem uma rejeição, para que assim também não crie atrito.

Esta abordagem está também associada à problemática do Racismo, que impede que o alvo da discriminação verbal seja capaz de continuar em paz sem perder tempo a combater algo puramente subjectivo. Enquanto o que cada um diga não passe de palavras, não há nada para combater, mas sim para aprender a lidar de forma puramente psíquica, pois é uma questão da linguagem como também é uma questão bastante óbvia (as palavras não transformam a realidade, elas só potenciam a capacidade de imaginar de cada individualidade).