Os verdadeiros heróis, são todos aqueles que preferiram ajudar sem haver um interesse económico. Amigos ou desconhecidos, escritores, pintores, escultores, professores, ciniástas, músicos, personagens de cinema ou de teatro, médicos, enfermeiros, bombeiros, etc.. Nesta lista quase infiníta, os soldados e os militares, estão no fundo da lista, pois cá para mim, a função do exército só é de louvar quando a intenção é a de ajudar e não a de matar.
Todos estes heróis poderiam ser eternizados, santificados e glorificados. Lembrados para sempre, vivos sem alguma vez celebrar a sua morte, mas o seu nascimento, pois é nesse estado mais vívo que estas pessoas se tornaram heróis dos corações mais fragilizados e que ficaram na memória para a eternidade da história da humanidade.
O Buda foi um homem e o Budismo nunca celebra a sua morte. O Shiva foi um homem e o Hinduísmo nunca celebra a sua morte. O Odin era um homem, e o paganismo nórdico nunca celebra a sua morte. Muitos outros homens que em pról da criatividade da arte, se transformaram em Deuses, foram homens ou mulheres e esses são lembrados vivos, na sua mais perfeita condição de vitalidade, para que assim, continuem na eternidade.
Os santos no cristianismo, também são imortais, pois ninguém celebra a sua morte. Só o Cristo é alvo dessa celebração Militarizada, pois só um militar poderia celebrar a morte de alguém, nesse formato tão maquievélico, onde beber o sangue e comer o corpo é a expressão máxima de um satanismo anti vida, mas pró morte. Cristo é o único ser que é alvo dessa celebração vampírica e canibalista. Lembrado em sofrimento, ferido e cruxificado.
Os heróis serão lembrados vivos, pois estes heróis não são militares, mas artistas, professores, socorristas, médicos. Estes não deram a vida, pois quem dá a vida, suicída-se e o suicídio é crime. Estes não retiraram vidas pois quem retira vidas, pratica o homicídio e o homicídio é crime.